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Que ousadia, guria!

Culinária: Guacamole


    Olá, pessoal. O post de hoje é de uma receitinha mexicana bem simples e rápida de fazer, ideal para reuniões com amigos ou para matar a vontade mesmo. Embora feita com abacate, quase não se percebe o gosto dele, por conta dos temperos componentes da receita. A guacamole é servida, geralmente, com nachos, mas nesse caso servimos com o salgadinho Doritos mesmo.

    Ingredientes

    1 abacate maduro
    1 pimenta dedo-de-moça
    1 cebola pequena
    1 tomate
    1 limão
    1 pitada de sal
    1 pacote de Doritos



    Modo de preparo

    1: Em uma vasilha, coloque o abacate e amasse-o, até que ele fique com aspecto pastoso

    2: Adicione metade do suco de um limão, ou o quanto achar suficiente para a pasta ficar um pouco amarga

    3: Pique, em pequenos pedaços, menos da metade de uma cebola pequena e adicione-a à pasta

    4: Pique apenas a ponta da pimenta e adicione-a

    5: Corte metade do tomate e adicione-o à guacamole

    6: Acrescente uma pitada de sal e misture bem a guacamole



    Quando for servir a guacamole, coloque o salgadinho ao redor da pasta, como na primeira  foto, deixando o prato bem atrativo. Espero que gostem e degustem essa delícia da culinária mexicana.


Feio não é ser feminista, feio é acreditar que a igualdade já existe


  Ao longo da história, observa-se que as mulheres eram encarregadas, inicialmente, apenas pela manutenção de seus lares, educação dos filhos e outras atividades consideradas unicamente femininas, como costurar. Além disso, trabalhar fora de casa, usar calças e participar de assuntos políticos era quase impossível. O sufrágio, que é o direito ao voto, beneficiava apenas homens ricos, excluindo não só as mulheres, mas também aos escravos e pobres da participação da democracia. Com isso, mulheres sufragistas, como ficaram conhecidas, se reuniram manifestando contra esse sufrágio excludente e conquistaram, junto a outros movimentos sufragistas, mais tarde, o sufrágio universal.
    O mundo foi mudando, a mulher conquistou o direito de trabalhar e até mesmo utilizar calças, o que era um símbolo basicamente masculino, mas que tornou-se um item fundamental para a maior mobilidade das mulheres que começaram a trabalhar fora de casa. Embora conquistado o direito ao trabalho, a mão de obra feminina era mais barata e a jornada de trabalho maior do que a dos homens. Por conta disso, mais mulheres foram se mobilizando e lutando contra essa escravidão mascarada. O dia 8 de março, reconhecido como Dia Internacional da Mulher, foi marcado por mulheres que foram espancadas, em 1857, dentro de uma fábrica por realizarem uma greve que reivindicava os seus direitos trabalhistas, clamando a igualdade.
    Diversas foram as vezes que mulheres lutaram por seus direitos, seja pelo voto, a igualdade no trabalho ou até mesmo, por mais respeito dentro da sociedade. O movimento feminista vem crescendo e repercutindo nas mídias há um bom tempo e muitos ainda o encaram com aversão, sem ao menos saber do que se trata esse ativismo. Muitos acreditam que o feminismo é o oposto ao machismo, e que quer tornar a mulher superior ao homem. Entretanto, o movimento luta pela igualdade de gênero, equidade salarial e pelo respeito da sociedade com as mulheres e suas escolhas. O feminismo luta contra a tão falada frase: "isso não é coisa pra mulher fazer" e contra a imposição de casamento, maternidade, entre outros aspectos que tornam-se quase que obrigatórios para a parcela feminina da sociedade.
    Além disso, o combate ao machismo é o principal ideal para o movimento. Diariamente, mulheres são agredidas verbal e fisicamente, por uma única razão: serem mulheres. Os milhares de casos de estupros no Brasil mostram o quanto há necessidade de combater ao machismo, o quanto há a necessidade da educação, do respeito. Pessoas justificam agressões e a violência sexual com o horário e com a roupa usada quando, na verdade, deveriam justificar com o caráter ridículo de alguns, que se vêem no direito de assediar e agredir alguém. Também, vítimas dessas violências ainda não denunciam os casos de agressão por acharem que estão erradas ou por pensarem que a situação vai ser ainda pior. O apoio psicológico à uma vítima de estupro no Brasil, por exemplo, inexiste.
    Ser feminista, afinal, vai muito além de querer ou não ter filhos, de querer ou não trabalhar fora de casa, de querer ou não ter um casamento. Você pode ser feminista e casar, ter filhos, ficar em casa, assim como você também pode não querer tudo isso. É uma questão de escolha e de respeito pela escolha alheia, uma questão de direitos. Você tem o direito de fazer o que quiser, a escolha é sua, a nossa obrigação, como sociedade, é respeitar o que você decidiu. O extremismo em qualquer movimento leva as pessoas a enxergá-los com maus olhos e, em todo movimento ou crença, há quem o leve ao extremo. É assim no caso do cristianismo, do movimento LGBT, no ativismo negro, e é claro, no feminismo, levando pessoas à aversão ao movimento sem ao menos conhece-lo. Antes de falar, opinar, defender com unhas e dentes algo, é importante pesquisar à fundo, ver os dois lados, os prós e os contras, evitando uma visão equivocada sobre tudo. 

Dica de série: Once Upon a Time

 

    Olá, pessoal. Já tem algum tempo que acompanho a série americana Once Upon a Time e, hoje, resolvi compartilhar um pouco da história. Pra quem é fã dos clássicos contos, a série é excelente para trabalhar a imaginação e quebrar o padrão de todas as histórias.
    A maior parte da trama acontece em uma pequena cidade norte-americana — Storybrook. A cidadezinha abrigada as principais personagens das histórias clássicas, como Branca de Neve, Rainha Má, Chapeuzinho Vermelho, Grilo Falante, todos os anões, etc. Inicialmente, por conta de um feitiço, as personagens não lembram que são da Floresta Encantada e vivem como cidadãos comuns do século XXI. Entretanto, Henry, um garoto de dez anos adotado por Regina — a famosa Rainha Má — desconfia que sua mãe e os demais moradores da cidade são personagens de seu livro de contos. 
    A partir disso, o garoto procura sua mãe biológica, Emma Swan, dizendo que esta é filha do Príncipe Encantado e Branca de Neve e que a sua ida para Storybrook era importante. Ao levar o garoto à cidade, o relógio da igreja que não funcionava há anos, volta a trabalhar e, aos poucos, as personagens vão se lembrando da verdade.


    No decorrer das seis temporadas (apenas 5 estão disponíveis na Netflix), várias outras histórias aparecem na série. Dentre elas, estão as personagens de Frozen, Valente, Mulan, Oz, Camelot, Peter Pan, Mitologia Grega, etc. Além disso, quase todas as personagens tem algum vínculo familiar. Henry, por exemplo, além de ser neto de Branca de Neve e do Príncipe Encantado, também é filho da Rainha Má e neto de Rumpelstiltskin. 


    Por fim, vale a pena acompanhar a série. Embora no meio de algumas temporadas pareça que é óbvio o que irá acontecer, a história sempre muda no final e nos deixa com aquele gostinho de quero mais. A nossa imaginação, como disse anteriormente, é trabalhada ao assistir as histórias comuns e conhecidas em uma outra perspectiva. Espero que gostem!

DIY: Personalização de calendário de mesa


    Olá, pessoal! O post de hoje é sobre a personalização desses calendários de mesa que a gente sempre ganha em lojas no começo do ano. Como gosto muito de coisinhas diferentes na minha mesinha, resolvi personalizá-lo utilizando papel contact estampado. Já faz um tempo que utilizo o calendário assim no meu cantinho, mas hoje resolvi compartilhar o passo a passo —  que é super simples — dessa personalização.

    Materiais

    Papel contact com a estampa de sua preferência
    Calendário de mesa (ou o qual preferir customizar)
    Tesoura
    Lápis ou caneta
    Régua



    Passo a passo

    1: Meça todas as áreas do calendário em que deseja colar o contact. Sempre deixe 1 centímetro a mais do que o tamanho necessário.

    2: Com a caneta, marque na parte de trás do contact a área que será cortada.

    3: Corte o tamanho necessário de contact.


    4: Aos poucos, vá colando o papel contact no calendário. Ajude a mantê-lo liso empurrando aos poucos com a unha.
Dica: Caso o papel fique com bolhas, passe a régua nele até que elas saiam.

    5: Corte as rebarbas até ficar do tamanho certo.


        6: Repita o processo para a parte de trás do calendário, ou onde mais quiser. Eu cobri os dois logos que estavam sobre o calendário.


    A ideia de colar o contact sob o comum calendário de mesa de lojas ajuda a decorar o ambiente. Como fico muito tempo na minha mesinha, gosto de coisas que dão um destaque e deixam-na sempre com um clima alegre. Além do calendário, a caneca do Darth Vader, o porta-lápis de palito e o relógio vermelho dão uma característica mais pessoal ao meu cantinho. Espero que vocês se inspirem e tornem algo tão comum em uma coisa que gostem.


    Quer aprender a fazer o porta-lápis de palito de sorvete? Tem um post no blog com o passo a passo: http://www.queousadiaguria.com/2016/03/diy-potinho-de-palito-de-picole.html. Gostou do post, vai tentar fazer? Me manda o que achou e o resultado na página do blog no Facebook.