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A Páscoa e seus valores invertidos


    Anos antes de Cristo, a Páscoa já era celebrada pelos judeus desde que foram libertados da escravidão no Egito. A celebração nada mais era do que um sacrifício feito com um cordeiro, puro e livre de defeitos, que era morto para o perdão dos pecados de cada família. Esse sacrifício é assemelhado a crucificação de Jesus Cristo, que morrera também para a propiciação dos pecados, mas desta vez, não somente de uma família, mas sim de toda a nação. Para o cristão, em geral, a data deveria ser comemorada pela ressurreição de Cristo. Entretanto, alguns valores estão sendo invertidos e a ressurreição de Jesus foi colocada em segundo plano.

    A exemplo disso, vê-se a mistificação de que a páscoa é o dia em que o coelhinho nos traz ovos de chocolates que foram botados pelos próprios mamíferos. A história não faz sentido algum, mas continuamos com os costumes sem ao menos questionar porquê repetimos tal ritual ano a ano comprando os endeusados ovos de chocolates para presentear alguém. Quem era para ser  o protagonista da história se tornou, há tempos, um mero figurante.
   Comemoração cristã? Deveria ser! Entretanto, muitos se esqueceram disso e fazem dela apenas mais uma data comercial vazia e sem nenhum significado coerente. Jesus morreu por nós e o seu sacrifício está sendo desmerecido por conta dos nossos costumes.